Os alunos da rede estadual serão liberados durante os jogos do Brasil na Copa do Mundo deste ano, segundo pesquisa -
De acordo com um estudo conduzido pela companhia de pesquisa de mercado no final de 2017, a Geração Z, formada por pessoas nascidas entre 1997 e 2012, mostrou interesse em acompanhar o Mundial de 2026. Porém, muitos apenas acompanharão o resultado através das redes sociais ou plataformas online.
A experiência de assistir à Copa do Mundo para esta geração é diferente da que seus pais tinham, que consideravam o evento como um ritual de veneração. Estar em frente à TV, acompanhar a partida por completo e voltar para o quarto com a voz do narrador ainda ecoando a comemoração de um gol.
A Geração Z não tem nada contra o futebol, apenas mudou a forma como o aprecia. Em vez de assistir a jogos completos na televisão tradicional, os jovens optam por formatos interativos online, interagem por meio de memes, seguem resumos breves nas redes sociais ou focam em seus jogadores favoritos.
Neste instante, começa o debate acerca do assunto: é válido interromper as aulas para assistir à Copa do Mundo, ou é mais vantajoso matricular os filhos na escola?
Em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, após escolas estabelecerem o funcionamento durante a competição, que começa em menos de um mês, um site jornalístico lançou uma votação. Universidades e instituições de ensino possuem atitudes distintas em relação às aulas durante os jogos.
Segundo informações, 52% da população é contrária à interrupção das aulas em dias de partidas da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Trinta e seis por cento são a favor de suspender as aulas durante os jogos do Brasil, e apenas 12% apoiam apenas em partidas importantes.
A Secretaria de Educação do Estado de Mato Grosso do Sul (SED) confirmou que os estudantes do ensino estadual serão dispensados durante os jogos do Brasil, seguindo a mesma estratégia adotada na Copa de 2022. A medida é válida para os jogos agendados para a noite e para os jogos agendados para a tarde, caso o Brasil prossiga nas eliminatórias.
O funcionamento das escolas e creches municipais ainda não foi definido pela Semed. De acordo com a pasta, a decisão está sujeita às diretrizes e regulamentos do Executivo Municipal sobre a operação dos órgãos públicos durante a Copa.
As universidades de ensino superior anunciaram que adotarão o mesmo procedimento das edições passadas da Copa, suspendendo as aulas durante as partidas, mas ainda aguardam as definições oficiais. Já que os jogos subsequentes não impactarão o calendário escolar, já que o período de férias começa em 20 de junho e se estende até agosto.